Hospital Samaritano ­ Segurança do Paciente - Cirurgias Seguras Salvam Vidas
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22/02/2011 17:27

Segurança do Paciente - Cirurgias Seguras Salvam Vidas



 

A Organização Mundial da Saúde (OMS), por meio do programa Aliança Mundial para a Segurança do Paciente  elegeu como uma prioridade a redução de danos ao paciente, inerente ao atendimento hospitalar. Foi elaborado o primeiro roteiro de cirurgia segura – Lista de verificação de segurança cirúrgica (safe surgery checklist).

De acordo com o programa Cirurgias Seguras Salvam Vidas “Safe Surgery Saves Lives Study Group” são realizadas 234 milhões de cirurgias no mundo/ano (uma para cada 25 habitantes). Abaixo, citamos alguns itens considerados importantes como prática segura de assistência o paciente cirúrgico e com interface nas práticas de prevenção e controle de infecção:

1. Práticas Seguras no PRÉ-OPERATÓRIO:
a. higiene de mãos;
b. reduzir ao máximo o tempo de hospitalização no pré-operatório;
c. controle glicêmico e tratamento de processos infecciosos em outras topografias(avaliação clínica pré-operatória);
d. boas condições de higiene pessoal do paciente;
e. uso racional de tricotomia do sítio operatório;
f. profilaxia com antibióticos em cirurgia, conforme protocolo baseado em evidências;
g. higiene, antissepsia e paramentação correta da equipe de cirurgia;
h. uso de materiais e artigos limpos e esterilizados, em conformidade com os indicadores de segurança sanitária.

2. Práticas Seguras no TRANS-OPERATÓRIO:
a. higiene de mãos;
b. preparo do campo operatório, com o uso de anti-séptico degermante e alcoólico de mesmo princípio ativo. Em cirurgias de longa duração recomenda-se o uso de clorexidina em decorrência do seu efeito residual mais prolongado;
c. emprego de técnica cirúrgica asséptica, com menor risco de trauma tecidual e de falhas na hemostasia;
d. utilização de drenos com sistema fechado;
e. reduzir superlotação na sala de cirurgia;
f. garantir suporte de oxigenioterapia.

3. Práticas Seguras no PÓS-OPERATÓRIO:
a. higiene de mãos;
b. realização de curativos com técnica asséptica;
c. troca de curativos em caso de umidade ou sujidade local;
d. não utilizar antibióticos com finalidade preventiva até a retirada de drenos ou pontos da incisão;
e. diagnóstico e tratamento precoces de infecções de sítio cirúrgico e complicações, tendo como princípio à avaliação médica criteriosa.

A adesão às práticas seguras de atendimento ao paciente cirúrgico envolvem vários setores do hospital, no sentido de garantir à equipe de cirurgia as condições apropriadas para a realização dos procedimentos, reduzindo-se os riscos de infecção cirúrgica e de outras complicações passíveis de prevenção.

O monitoramento da adesão às práticas de biossegurança, além da revisão e melhoria contínua dos processos assistenciais, deve envolver a equipe multidisciplinar e o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar.



Fonte: HS  |  Categoria: HS
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